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Buenas PrácticasIng. Freddy Brun
ISO 9001:2026 · Nova edição

Passe para a ISO 9001:2026 com tempo, método e evidência.

Dois serviços de consultoria: transição da edição 2015 em 26 semanas ou certificação direta em 52 semanas. Plano por fases, um guia por semana e a assinatura do Ing. Freddy Brun em cada semana encerrada.

O que não fazemos. Não prometemos a certificação: quem decide é o organismo certificador. Oferecemos método e controle semanal, com a assinatura do Ing. Freddy Brun em cada semana encerrada; a evidência é construída pela sua organização.

ISO 9001:2026TransiçãoCertificaçãoFases e pontos de decisãoGuias semanaisCronogramaAssinatura do Ing. Brun

POR QUE AGORA

Há três anos para passar da 2015 para a 2026, e a evidência leva meses.

Os prazos de transição da ISO 9001:2015 estão publicados. O que não dá para comprimir é o tempo que um sistema leva para gerar evidência real de funcionamento.

  1. Publicação

    A edição 2026 da ISO 9001 é publicada. A partir daqui, as organizações podem começar a fazer a transição.

  2. Último dia para certificar com a 2015

    Até esta data, os organismos podem certificar ou recertificar com a edição 2015.

  3. Fim da validade dos certificados 2015

    Um certificado 2015 que não fez a transição deixa de ser válido.

Fonte: Global ACI, Transition requirements for ISO 9001:2026 (TECH-3-TR). Alguns organismos fixam datas ligeiramente diferentes: a data efetiva é confirmada por cada organismo.

Seu certificado 2015 vale até o vencimento, e nunca além de 30/09/2029. Depois de 31/03/2028, último dia para certificar com a 2015, certificados 2015 não são mais emitidos nem recertificados: se a sua recertificação cair depois dessa data, ela terá de ser feita com a 2026. A auditoria de transição exige um plano de 26 semanas com evidência real: por isso planejamos de trás para frente a partir da data que o seu organismo certificador fixar.

SERVIÇO A E SERVIÇO B

Dois serviços, um critério: de onde você parte.

A diferença não é a qualidade do acompanhamento, e sim de onde você parte.

Deslize para ver a tabela toda

Dois serviços, um critério: de onde você parte.
A · Transição ISO 9001:2015 2026B · Certificação ISO 9001:2026
Para quemOrganizações certificadas na ISO 9001:2015Organizações que se certificam pela primeira vez
Duração26 semanas52 semanas
Semanas de trabalho + reserva24 + 248 + 4
Fases67
Pontos de decisão da Direção67
Marcos visíveis712
Guias semanais2448
Termina comAuditoria de transição do organismo certificadorAuditorias de estágio 1 e estágio 2 do organismo certificador
Ponto de partidaCertificado ISO 9001:2015 vigente e sistema em funcionamentoPrimeira certificação, com atividade real que gere registros

Como escolher

  • Se a sua organização tem um certificado ISO 9001:2015 vigente e o sistema está em funcionamento, o caminho é o Serviço A.
  • Se a sua organização se certifica pela primeira vez e tem atividade real que gere registros, o caminho é o Serviço B.
  • Se tiver dúvida, o diagnóstico inicial resolve.

Já sabe qual corresponde a você? O diagnóstico inicial confirma em uma conversa.

Diagnóstico inicial com o Ing. Freddy Brun

COMO TRABALHAMOS

Princípios, ciclo semanal e controle

O Método dos 5 Passos-Chave para a Agregação de Valor, aplicado à ISO 9001:2026.

Três princípios

01

Primeiro o que demora

A cultura da qualidade, os riscos e oportunidades e a gestão de mudanças precisam de meses de comportamento real para serem demonstrados. Por isso começam primeiro. Os ajustes de redação são resolvidos no final, em uma única revisão.

02

Cada processo, uma única vez

Trabalhamos cada processo com todos os requisitos que o envolvem. A organização não volta quatro vezes ao mesmo assunto.

03

Marcos visíveis

A Direção acompanha resultados por fase, não o avanço por capítulos. Cada fase termina com um ponto de decisão da fase: a Direção decide, com critérios definidos, se seguimos ou ajustamos.

A ordem por fases é um critério profissional da Buenas Prácticas, não um requisito da norma. A norma só esclarece duas coisas: que não é necessário alinhar a documentação à estrutura de seus capítulos (item 0.1) e que essa estrutura não foi pensada como modelo para documentar as políticas, os objetivos nem os processos da organização (Anexo A, A.2). Dentro dessa liberdade, ordenamos o trabalho pelo tempo que cada requisito precisa para gerar evidência.

Ciclo semanal: guia, construção e controle

  1. 1

    Buenas Prácticas

    Guia da semana

    No início de cada semana, a Buenas Prácticas entrega um guia de trabalho com quatro perguntas: o que fazemos esta semana e por quê, o que a norma pede, como construímos e como sabemos que está certo. Cada pergunta é respondida em dois níveis: "Em palavras simples", para qualquer pessoa da organização, e "Para especialistas", com a precisão técnica de que a Qualidade precisa. Cada afirmação leva um rótulo: REQUISITO (a norma exige), ORIENTAÇÃO (vem de uma nota ou do Anexo A) ou PRÁTICA BP (recomendação da Buenas Prácticas).

  2. 2

    Organização

    Construção

    A organização constrói o seu próprio sistema. Suas equipes são as donas dos processos e quem melhor os conhece: para os documentos-chave partem de um modelo-base fornecido pela Buenas Prácticas e o adaptam à sua realidade. O sistema reflete como trabalham, não um modelo genérico.

  3. 3

    Buenas Prácticas

    Controle

    No fim da semana, a Buenas Prácticas revisa o que foi produzido com a lista de verificação do guia e em relação ao que um auditor costuma observar. Quando o entregável parte de um modelo-base da Buenas Prácticas, a semana se encerra com a aprovação da Direção mais a lista de verificação, aplicada sobre a versão que a organização adaptou: a Buenas Prácticas não controla o seu próprio modelo. Se tudo estiver em ordem, a semana se encerra com a assinatura do Ing. Freddy Brun; se não, devolve observações no prazo combinado, antes de avançar.

Todas as semanas são responsabilidade conjunta da Organização e da Buenas Prácticas.

O guia semanal: 4 perguntas × 2 níveis

Toda semana, um guia com as mesmas quatro perguntas. Cada uma é respondida duas vezes: em palavras simples e para especialistas. A coluna simples simplifica, nunca distorce.

1

O que fazemos esta semana e por quê?

2

O que a norma pede?

3

Como construímos?

4

Como sabemos que está certo?

Em palavras simples

Qualquer pessoa da organização

O que precisa ser feito, por que importa e como se nota que funciona, sem jargão e com um exemplo antes / agora.

Para especialistas

Qualidade, auditores internos e Direção

O que a norma pede, com cláusula e item, o que mudou em relação a 2015, quais referenciais o sustentam e com quais critérios a Buenas Prácticas controla.

Cada afirmação leva uma etiqueta

REQUISITO

A norma exige (usa "deve").

ORIENTAÇÃO

Vem de uma nota ou do Anexo A da norma, ou de uma norma de orientação: ajuda, mas não obriga.

PRÁTICA BP

Recomendação da Buenas Prácticas baseada em sua experiência. Não é um requisito da norma.

Semana encerrada e assinatura do Ing. Freddy Brun

Uma semana está encerrada quando o controle da Buenas Prácticas aprova a lista de verificação do guia. Se o entregável parte de um modelo-base da Buenas Prácticas, a Direção da organização também aprova a versão adaptada; o controle é aplicado sobre essa versão, não sobre o modelo. Se não for aprovada, a Buenas Prácticas devolve observações no prazo combinado e a semana segue aberta até resolvê-las.

A Buenas Prácticas devolve as observações por escrito, dentro do prazo combinado, indicando o que falta e por quê. A organização as resolve e o controle é repetido.

Pelo painel de andamento, a Direção vê quais semanas estão encerradas, quais estão em curso e quais atrasaram, sem precisar revisar os entregáveis um a um.

A assinatura
Cada semana encerrada leva a assinatura de aprovação do Ing. Freddy Brun.
Prazo de devolutiva do controle: até 7 dias corridos no máximo
Pontos de decisão por fase

No final de cada fase há um ponto de decisão: uma reunião curta em que a Direção decide, com critérios definidos de antemão, se seguimos com o plano ou o ajustamos.

Para que servem

  • Dão à Direção um ponto de decisão por fase, em vez de descobrir os problemas perto da auditoria.
  • Colocam os critérios por escrito antes de a fase começar, para que "cumprida" signifique o mesmo para todos.
  • Permitem ajustar prazos, recursos ou prioridades enquanto ainda há tempo para isso.
  • Deixam registrada a decisão da Direção e a sua data.

Os critérios de cada ponto de decisão constam do plano. A decisão é sempre da Direção da organização; a Buenas Prácticas fornece a análise e a recomendação.

Passar por um ponto de decisão não equivale a obter a certificação: a decisão de certificar é tomada exclusivamente pelo organismo certificador.

Reservas

Nenhum cronograma de 26 ou 52 semanas resiste sem margem: há feriados, recessos de férias, picos de produção, pessoas que adoecem e organismos que reprogramam. Por isso o plano traz semanas de reserva: 2 no Serviço A (24 de trabalho e 2 de reserva) e 4 no Serviço B (48 de trabalho e 4 de reserva).

  • As semanas de reserva estão dentro do total e não levam guia de trabalho: são margem de segurança, não tempo livre.
  • São usadas quando uma semana atrasa, quando a organização fecha ou quando o organismo certificador muda a data.
  • O uso da reserva é combinado na reunião semanal e registrado no painel de andamento.
  • Se o atraso superar a reserva, o plano é ajustado no ponto de decisão seguinte, com a decisão da Direção.
Os 5 passos do método aplicados à ISO 9001:2026
  1. 1

    Diagnóstico de Raiz

    Levantamento e análise de lacunas em relação à edição 2026.

  2. 2

    Análise Regulatória e de Processos

    Priorização das lacunas segundo o tempo de que cada requisito precisa para gerar evidência.

  3. 3

    Desenho Modular de Valor

    Plano por fases e semanas, com um ponto de decisão da fase ao final de cada fase.

  4. 4

    Implementação Guiada

    Ciclo semanal: guia, construção e controle.

  5. 5

    Validação e Sustentabilidade

    Auditoria interna, análise crítica pela direção, auditoria simulada e acompanhamento na auditoria do organismo.

CRONOGRAMA

As semanas, fase por fase.

Cada fase termina com um ponto em que a Direção decide (o losango). “R” marca as semanas de reserva e “A”, a auditoria externa, cuja data é definida pelo organismo certificador.

A · Transição ISO 9001:2015 2026 26 semanas

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FaseSemanasMarcosPonto de decisão
F1 · Início e diagnósticoS01–S03S01 Início do projeto
S03 Diagnóstico entregue
S03 · Seguimos com o plano de transição?
F2 · Cultura, liderança e riscosS04–S10S10 Cultura e riscos implementadosS10 · Cultura e riscos estão em andamento para começar a gerar evidência?
F3 · Contexto, mudanças e conhecimentoS11–S14—S14 · Passamos a ajustar a operação e a medição?
F4 · Clientes, fornecedores e mediçãoS15–S18S17 Sistema atualizadoS18 · Estamos em condições de auditar internamente o sistema?
F5 · Verificação internaS19–S22S21 Auditoria interna concluída
S22 Análise crítica pela direção
S22 · Encerramos a verificação e passamos à preparação final?
F6 · Encerramento documental e auditoria de transiçãoS23–S26S26 Auditoria de transiçãoS25 · Vamos à auditoria de transição com o sistema pronto?

B · Certificação ISO 9001:2026 52 semanas

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FaseSemanasMarcosPonto de decisão
F1 · Início e diagnósticoS01–S03S01 Início do projeto
S03 Diagnóstico entregue
S03 · Seguimos com o escopo e o cronograma propostos?
F2 · Contexto, liderança e planejamentoS04–S11S11 Bases estratégicas aprovadasS11 · Aprovamos as bases estratégicas do sistema?
F3 · Elaboração do sistema e da documentaçãoS12–S27S26 Sistema documentadoS27 · Aprovamos o sistema documentado e passamos a implementá-lo?
F4 · Implementação e treinamentoS28–S33S28 Lançamento do sistema
S33 Sistema em funcionamento
S33 · O sistema funciona como foi documentado?
F5 · Funcionamento com registrosS34–S39S38 Período de funcionamento cumpridoS39 · Estamos em condições de auditar internamente o sistema?
F6 · Verificação internaS40–S44S41 Auditoria interna concluída
S43 Análise crítica pela direção
S44 · Vamos ao estágio 1 da auditoria de certificação?
F7 · CertificaçãoS45–S52S46 Auditoria de estágio 1
S50 Auditoria de estágio 2
S52 Encerramento do projeto
S49 · Vamos ao estágio 2 da auditoria de certificação?

Passar por um ponto de decisão não equivale a obter a certificação: a decisão de certificar é tomada exclusivamente pelo organismo certificador.

O QUE VOCÊ RECEBE, O QUE CABE A VOCÊ, DEDICAÇÃO

O que você recebe, o que cabe a você e quanto tempo leva

O que você recebe

  • Um guia por semana que responde a quatro perguntas, cada uma em dois níveis (em palavras simples e para especialistas), com o que a norma pede rotulado como requisito, orientação ou prática da Buenas Prácticas, e adaptado a cada organização
  • Uma sessão de trabalho semanal com a contraparte da organização; sua duração e modalidade são confirmadas na proposta
  • Controle da Buenas Prácticas do que é produzido a cada semana em relação à norma e ao que um auditor costuma observar, com devolutiva por escrito no prazo combinado; onde o entregável parte de um modelo-base da Buenas Prácticas, a semana se encerra com a aprovação da Direção mais a lista de verificação da Buenas Prácticas
  • Assinatura de aprovação do Ing. Freddy Brun em cada semana encerrada
  • Facilitação direta das oficinas e dos marcos do plano (oficinas com a Direção, auditoria interna, auditoria simulada e acompanhamento nas auditorias do organismo, se este admitir e sem responder ao auditor em nome da organização)
  • Modelos-base dos documentos-chave (por exemplo, gestão de mudanças, informação documentada, auditoria interna, análise crítica pela direção, não conformidade e melhoria), que a organização adapta à sua realidade e aprova
  • Modelos iniciais para os entregáveis-chave
  • Cronograma com datas reais, calculado de trás para frente a partir da data da auditoria do organismo certificador
  • Painel de andamento para a Direção e pontos de decisão por fase, com decisão da Direção e critérios definidos
  • Semanas de reserva dentro do total de semanas, para absorver atrasos e recessos

O que cabe a você

  • A organização designa uma contraparte com disponibilidade semanal, e a Direção participa dos pontos de decisão por fase e dos marcos
  • A organização fornece as informações e o acesso solicitados nos prazos de cada semana; uma semana se encerra quando o controle da Buenas Prácticas aprova a lista de verificação do guia e, se o entregável parte de um modelo-base da Buenas Prácticas, a Direção da organização o aprovou
  • A organização constrói o seu próprio sistema. Suas equipes são as donas dos processos e quem melhor os conhece: para os documentos-chave partem de um modelo-base fornecido pela Buenas Prácticas e o adaptam à sua realidade. O sistema reflete como trabalham, não um modelo genérico.

Dedicação estimada (horas por pessoa e por semana)

Colunas de fase: média semanal por fase. «Pico»: a semana de maior carga da função. «Total»: horas do projeto por pessoa, sem as semanas de reserva. São estimativas e se ajustam com o diagnóstico inicial. Sessão de trabalho semanal com a sua contraparte: reunião por Meet de 60 a 90 minutos por semana, com atendimento por WhatsApp das 8h às 20h.

Serviço A · Transição

FunçãoF1F2F3F4F5F6Méd.PicoTotal do projeto
Direção1,5–2,51,5–2,51,5–2,51,5–2,51,5–2,52,5–3,51,5–2,5638–63
Responsável pela Qualidade3,5–54–64,5–6,54–64–66–8,54–612100–149
Donos de processo1,5–22–3,52,5–3,53–4,52–33–52–3,5653–83
Pessoal0,5–10–0,50,5——1,5–2,50,548–14
Auditores internos1–1,5———5–7,51,5–21–1,51226–39

Os totais não incluem as 2 semanas de reserva.

Serviço B · Certificação

FunçãoF1F2F3F4F5F6F7Méd.PicoTotal do projeto
Direção1,5–2,52–31–21,5–2,51–21,5–2,52–31,5–2,5671–120
Responsável pela Qualidade3–54–64–64–64–64–66–8,54–6,512200–300
Donos de processo1,5–2,52–32,5–42,5–3,52–3,52,5–4,52,5–4,52,5–3,56111–177
Pessoal——<0,51–2——1–1,50,5514–24
Auditores internos———1,5–20,5–14–60,5–10,5–11231–47

Os totais não incluem as 4 semanas de reserva.

Com a data do seu organismo, o plano é calculado de trás para frente.

Diagnóstico inicial com o Ing. Freddy Brun

ESCOPO E CONDIÇÕES

O que não está incluído e as premissas com que trabalhamos

Deixamos por escrito antes de começar para que «cumprido» signifique o mesmo para todos.

O que não está incluído

  • A decisão de certificação ou de manutenção do certificado: é exclusiva do organismo certificador
  • Os custos do organismo certificador nem de suas auditorias, que a organização contrata e paga
  • Redigir o sistema no lugar da organização: as equipes da organização são donas de seus processos, adaptam os modelos-base da Buenas Prácticas e constroem o seu sistema; a Buenas Prácticas fornece modelos, guia e controla
  • Investimentos em equipamentos, infraestrutura, software ou sistemas de informação que o sistema de gestão exija
  • Assessoria jurídica, regulatória ou técnica específica do setor da organização
  • Atividades fora do plano: auditorias de fornecedores, certificações de produto ou de outras normas, e consultas fora das sessões e do controle semanal
  • Garantia de resultado na auditoria do organismo certificador

Premissas

  • A decisão de certificação cabe exclusivamente ao organismo certificador; a Buenas Prácticas não a promete
  • A organização designa uma contraparte com disponibilidade semanal, e a Direção participa dos pontos de decisão por fase e dos marcos
  • As horas estimadas por função são faixas por pessoa e por semana; são ajustadas com o diagnóstico e com a experiência do projeto
  • A organização fornece as informações e o acesso solicitados nos prazos de cada semana; uma semana se encerra quando o controle da Buenas Prácticas aprova a lista de verificação do guia e, se o entregável parte de um modelo-base da Buenas Prácticas, a Direção da organização o aprovou
  • A ordem por fases é critério profissional da Buenas Prácticas (primeiro o que demora para gerar evidência); a norma não a exige
  • As datas de auditoria são definidas pelo organismo certificador e a organização as gerencia com ele, com o acompanhamento da Buenas Prácticas; o cronograma se ajusta à data de auditoria combinada
  • Os prazos de transição da edição 2015 são os informados pela Global ACI (TECH-3-TR); alguns organismos fixam datas ligeiramente diferentes, e a data efetiva é confirmada por cada organismo
  • As referências a cláusulas seguem a numeração da ISO 9001:2026, elaborada a partir da IRAM-ISO 9001:2026 (no Brasil, ABNT NBR ISO 9001)

Reprogramação

  • As semanas de reserva estão dentro do total de semanas e estão marcadas no plano; não são somadas ao final
  • Se uma semana de trabalho não for encerrada a tempo, o atraso é absorvido pela reserva posterior mais próxima; as semanas intermediárias se deslocam e ficam registradas no painel de andamento
  • Uma semana se encerra quando o controle da Buenas Prácticas aprova a lista de verificação (e, onde há modelo-base da Buenas Prácticas, a Direção aprovou a versão adaptada); se devolver observações, a organização as corrige no prazo combinado e a semana não é dada como encerrada até então
  • Se as reservas se esgotarem, a Direção decide no ponto de decisão mais próximo: reduzir o escopo da semana de pico, estender o cronograma ou assumir o risco; não se omitem as semanas que geram evidência (cultura, riscos, oportunidades, mudanças)
  • Se o organismo mudar a data da auditoria para uma data posterior, o cronograma é recalculado de trás para frente; as semanas adicionais são acrescentadas antes da auditoria e as atividades de preparação se deslocam sem alterar a ordem por fases
  • Se o organismo mudar a data para uma data anterior, primeiro são consumidas as semanas de reserva que restarem; se não bastarem, a Buenas Prácticas apresenta à Direção quais semanas são comprimidas e que evidência fica com menos antiguidade, e a Direção decide se aceita esse risco ou pede ao organismo outra data
  • Se a organização fecha por recesso (por exemplo, o de janeiro), informa no início do projeto e isso é carregado em seu calendário (recesso e feriados). Uma semana com recesso não conta como semana de trabalho: o recesso consome primeiro as semanas de reserva (a mais próxima dessa data) e, se as superar, o cronograma se desloca e o início é antecipado. A Direção é avisada de quais reservas ficaram usadas. Não se programam sessões, oficinas nem auditorias internas durante o recesso
  • Os feriados prolongados são resolvidos reprogramando a sessão dentro da mesma semana ou, se não for possível, com a reserva mais próxima; os marcos e os pontos de decisão por fase ficam no último dia útil da sua semana

GUIA DE AMOSTRA

Assim é um guia semanal: semana 5, cultura da qualidade

A cada semana, um guia com as mesmas quatro perguntas. Cada uma é respondida duas vezes: em palavras simples e para especialistas. Este é o guia da semana 5 do Serviço A; os exemplos «antes / agora» são ilustrativos e não correspondem a empresas reais.

Semana 5 · Serviço A

Cultura de la calidad y comportamiento ético

O guia de amostra é um entregável para clientes e é mostrado no idioma original, o espanhol.

Ficha técnicaSemana 5 · Serviço A
Cláusulas
5.1.1 i) novo 5.1.1 k) ampliado
Evidência esperada
  • Declaración aprobada y fechada por la alta dirección
  • Acta del taller con la Dirección
  • Línea de base de 2 o 3 indicadores
Maturação
BP estima que la evidencia de conducta necesita entre 3 y 6 meses de registros.

1¿Qué hacemos esta semana y por qué?

Em palavras simples

Esta semana la Dirección define qué significa «hacer bien las cosas» en tu organización, cómo se nota a diario, y lo deja en una declaración corta con conductas e indicadores.

Importa porque podés tener todo escrito y fallar igual: si avisar un error trae problemas, los errores se esconden. La norma 2026 pide a la alta dirección promover dos cosas: cultura de la calidad y comportamiento ético.

En una metalúrgica de 60 personas

AntesVentas promete entrega en 10 días aunque producción necesita 20. Se vende, pero el cliente reclama al mes.
AgoraVentas consulta el plazo real antes de prometerlo, y la gerencia reconoce a quien avisó un atraso a tiempo. Se mide cuántos pedidos salen en fecha.
En tu sector, ¿qué pasa con quien avisa de un error propio?
Para especialistas
ORIENTAÇÃOA.5.1

A.5.1 da a la alta dirección un rol fundamental en promover la cultura de la calidad; la ética en decisiones, acciones e interacciones puede incidir en cualquier aspecto de la calidad.

PRÁTICA BP5.1.1 i)

Riesgo: sin conductas observables hay poca evidencia objetiva del inciso; el sistema luce bien en papel y falla en la práctica.

PRÁTICA BP5.1.1 l)

Vínculo: BP propone llevar los indicadores de conducta a la revisión por la dirección como evidencia de rendición de cuentas sobre la eficacia.

2¿Qué pide la norma?

Em palavras simples

La cláusula 5.1.1 enumera cómo la alta dirección demuestra liderazgo. Esta semana importan dos:

  • Promover la cultura de la calidad y también el comportamiento ético. Es nuevo en 2026.
  • Promover el pensamiento basado en oportunidades, además del de riesgos, que ya estaba en 2015.

Una nota de la norma aclara que cultura y ética se ven en valores compartidos, actitudes, prácticas y acciones. BP agrega: que se observen a diario.

Para especialistas
REQUISITO5.1.1 i)

Como parte de su liderazgo y compromiso, la alta dirección debe promover el comportamiento ético y la cultura de la calidad.

REQUISITO5.1.1 k)

Debe promover tanto el pensamiento basado en riesgos como el basado en oportunidades.

ORIENTAÇÃO5.1.1 Nota 2

Según la Nota 2, los dos conceptos del inciso i) se hacen visibles en valores compartidos, actitudes, prácticas y acciones.

REQUISITO5.1.1 i)

Respecto de 2015: inciso nuevo. En 2015 la cultura solo aparecía en el contexto interno (4.1 Nota 3), no como compromiso de liderazgo.

REQUISITO5.1.1 k)

Respecto de 2015: el pensamiento basado en riesgos ya figuraba en 5.1.1 d). Lo nuevo son las oportunidades, que 6.1.2 y 6.1.3 tratan por separado.

ORIENTAÇÃOPrólogo

Respecto de 2015: el Prólogo cuenta la cultura y la ética entre los cambios principales, sobre todo en liderazgo (5.1.1), toma de conciencia (7.3) y ambiente (7.1.4).

  • 5.2.1 No exige que la política refleje la cultura; A.5.2 (orientación) lo admite según el contexto (semana 6).
  • 7.3 e) Requisito nuevo: las personas toman conciencia de la ética y de la cultura de la calidad (semana 7).
  • 7.1.4 Nota Su nota suma en 2026 que la cultura y la ética pueden influir en factores del ambiente (orientación; semana 7).
  • 9.3.2 d) Requisito: la revisión incluye el desempeño del sistema; BP suma ahí los indicadores de conducta (semana 22).
  • ISO 10010:2022 Orientación ISO sobre cultura de la calidad, citada en notas de A.5.1 y A.7.3. No agrega requisitos ni es certificable.
  • Edgar H. Schein, Organizational Culture and Leadership Tres niveles: artefactos, valores declarados y supuestos básicos. Una declaración firmada es solo un artefacto (marco académico).
  • W. Edwards Deming, Out of the Crisis, punto 8 «Eliminar el miedo»: si reportar es riesgoso, los problemas se ocultan y el sistema no aprende. Marco de gestión, no requisito.

3¿Cómo lo construimos?

Em palavras simples
  1. Taller con la Dirección (2 a 3 horas, lo facilita BP): qué conductas queremos ver y cuáles no toleramos.
  2. Elegir de 3 a 5 valores y traducir cada uno en conductas observables, por ejemplo «avisar un error propio en el mismo turno».
  3. Definir qué se espera en ética con clientes, proveedores y personal.
  4. Definir qué hará la Dirección y con qué frecuencia: recorridas, reconocimientos, cómo reacciona ante un error.
  5. Elegir 2 o 3 indicadores de conducta, con datos que ya existan.
  6. Redactar la declaración con la plantilla y aprobarla.
Para especialistas
Entregável: Declaración de cultura de la calidad y comportamiento éticoConteúdo mínimo
  • Valores, cada uno con conductas observables
  • Comportamiento ético esperado
  • Compromisos de la Dirección, con frecuencia
  • Indicadores con meta, fuente y frecuencia
  • Vínculo con la dirección estratégica, la política de la calidad (semana 6) y la toma de conciencia (semana 7)
  • Fecha y aprobación de la alta dirección
PRÁTICA BP5.1.1 i)

El inciso no exige información documentada ni formato. BP propone la declaración porque deja evidencia fechada y aprobada.

PRÁTICA BP5.1.1 i)

Valores: de 3 a 5, cada uno con una conducta que un tercero pueda observar. Los genéricos («excelencia») no sirven.

PRÁTICA BP5.1.1 k)

Oportunidades: la declaración puede registrar cómo las promueve la Dirección; sus acciones (6.1.3) se trabajan en las semanas 8 a 10.

4¿Cómo sabemos que está bien?

Em palavras simples
Cómo se nota que funciona
  • Cualquiera puede contar con sus palabras qué se espera de él en calidad y ética.
  • Avisar un error propio es normal y nadie busca culpables.
  • La Dirección hace lo que dijo, y se ve en agendas, actas e indicadores.
Para especialistas
Qué va a buscar el auditor (criterio de BP)
  • Coherencia entre lo que declara la Dirección y lo que premia o sanciona.
  • Avisos voluntarios de problemas y su tratamiento.
  • Personas de distintos niveles que expliquen la declaración con sus palabras.
Errores frecuentes
  • Quedarse en un código de ética impreso y una charla: sin conductas observadas cuesta demostrar el inciso i).
  • Presentar la declaración como si la norma la exigiera: 5.1.1 no pide documento ni método.
  • Contar el pensamiento basado en riesgos como novedad: ya estaba en 5.1.1 d) de 2015.
Control de Buenas Prácticas
  • Cada valor (de 3 a 5) tiene una conducta observable.
  • Está definido el comportamiento ético esperado con clientes, proveedores y personal.
  • La Dirección tiene acciones propias, con frecuencia definida.
  • Hay al menos 2 indicadores, con meta, fuente y frecuencia.
  • Está vinculada con la dirección estratégica y el contexto interno (4.1).
  • Está aprobada y fechada por la alta dirección.
Sua organização
  • ¿Existe un código de ética o de conducta vigente?
  • ¿Cómo se trata hoy un error reportado por su autor?
  • ¿Hay encuesta de clima? ¿Incluye calidad?
  • ¿Algún cliente exige requisitos de ética?
Para a próxima reunião
  • Traé el código de ética vigente, si existe, y la última encuesta de clima.
  • Tené 2 o 3 episodios recientes de error avisado u ocultado.
  • Confirmá la fecha del taller con toda la alta dirección.
Modelo inicial

PL-05-declaracion-cultura.docx

O QUE COSTUMAM PERGUNTAR

As dúvidas de sempre, respondidas antes de contratar.

Vocês garantem a certificação?

Não. A decisão de certificar ou de manter o certificado é exclusiva do organismo certificador. O nosso trabalho é acompanhar você para que chegue preparado: com método e controle semanal, e com a assinatura do Ing. Freddy Brun em cada semana encerrada; a evidência é construída pela sua organização.

Quantas horas por semana isso vai tirar da minha equipe, e de quem?

Cada plano traz uma tabela de dedicação estimada por função (Direção, Responsável pela Qualidade, donos de processo, pessoal e auditores internos), em faixas de horas por semana e por pessoa, com a semana de maior carga marcada; você a vê mais acima. Ela se ajusta no diagnóstico com a disponibilidade real da sua equipe, e o plano traz semanas de reserva para absorver atrasos.

O que vocês fazem e o que fazemos nós? Parece que eu escrevo tudo e vocês corrigem.

A cada semana você recebe um guia de trabalho com quatro perguntas (o que fazemos e por quê, o que a norma pede, como construímos e como sabemos que está bom), uma sessão de trabalho com a sua equipe, o controle do que foi produzido com devolutiva por escrito no prazo combinado e a assinatura do Ing. Freddy Brun quando a semana é encerrada. Além disso, facilitamos as oficinas e os marcos-chave: cultura da qualidade, auditoria interna, auditoria simulada e preparação para a auditoria do organismo. O sistema é construído pela sua equipe porque ela é dona dos processos: se um terceiro o escreve, ele não reflete como se trabalha e é difícil sustentá-lo em uma auditoria.

Já tenho a 2015 funcionando e outros oferecem a transição em 3 meses. Por que 26 semanas?

Não opinamos sobre outras propostas. O nosso critério é ordenar o trabalho pelo que mais demora para gerar evidência: a cultura da qualidade, os riscos e oportunidades e a gestão de mudanças precisam de meses de comportamento real para poderem ser demonstrados, e a auditoria interna e a análise crítica pela direção precisam se apoiar nessa evidência. É um critério profissional nosso, não um requisito da norma. Se o seu organismo auditar antes, não prometemos o impossível: calculamos de trás para frente a partir dessa data, vemos quais semanas são comprimidas e qual evidência fica mais recente, e a Direção decide se aceita esse risco.

O que acontece se nos atrasarmos, se em janeiro fecharmos por férias ou se o organismo mudar a data?

O plano traz semanas de reserva dentro do total: 2 no Serviço A e 4 no Serviço B, posicionadas antes dos marcos mais sensíveis. Há regras de reprogramação por escrito: se uma semana atrasar, usa-se a reserva mais próxima; se o organismo mudar a data, o plano é recalculado de trás para frente; os recessos, como o de janeiro, são informados no início e descontados da reserva. Cada cliente recebe um calendário com datas reais, não semanas genéricas.

Isso parece um modelo pronto. O que tem da minha empresa e por que vocês?

O plano é um esqueleto que se adapta à sua organização em dois lugares: cada guia semanal tem uma seção «Sua organização» com perguntas e dados para ajustá-lo à sua realidade, e o diagnóstico das primeiras semanas é o momento em que o plano é ajustado ao seu caso. Além disso, o calendário sai com as suas datas reais. Mais acima você pode ver um guia de amostra completo, e a trajetória do Ing. Freddy Brun está na página dele.

É preciso refazer o sistema de gestão?

Não. Mantém-se a estrutura de 10 capítulos e a abordagem de processos; mudam requisitos pontuais. A organização atualiza o que mudou, e a análise de lacunas do início organiza o quê.

Até quando vale o meu certificado 2015?

Segundo o documento Global ACI TECH-3-TR, até 30/09/2029. Alguns organismos fixam datas ligeiramente diferentes: o seu organismo confirma.

Ainda dá para certificar com a 2015?

Segundo a Global ACI TECH-3-TR, até 31/03/2028, e esses certificados deixam de valer em 30/09/2029. O organismo confirma.

Preciso organizar minha documentação igual aos capítulos da norma?

Não. A norma esclarece que não é necessário (item 0.1 e Anexo A, A.2). Por isso trabalhamos cada processo com todos os requisitos que o tocam.

A capacitação BP-CAP-9001-26 é oficial?

É material da Buenas Prácticas. Explica a norma, mas não a substitui: a norma deve ser adquirida na sua edição oficial (ABNT no Brasil; IRAM na Argentina).

POR QUE A BUENAS PRÁCTICAS

Um método com a assinatura do Ing. Brun.

A Buenas Prácticas é uma equipe liderada pelo Ing. Freddy Brun, com mais de 30 anos na indústria. O método, os guias e os modelos são próprios e se aplicam da mesma forma em cada semana de cada serviço.

+30
anos na indústria, com foco em indústrias reguladas
72
guias semanais em dois níveis de leitura
15
modelos de partida
6 / 7
fases com ponto de decisão (serviço A / B)
CompromissoCada semana encerrada leva a minha assinatura de aprovação.
Retrato em preto e branco do Ing. Freddy Brun
Ing. Freddy Brun
Engenharia industrial · mais de 30 anos na indústria

Você é consultor ou auditor?

A Buenas Prácticas agrega profissionais ao Programa de Consultores Associados: você trabalha com os seus clientes usando o método e os guias da BP.

Junte-se ao programa

DOWNLOADS EM PDF

Leve o serviço em PDF.

Cinco materiais para ler, imprimir ou compartilhar com a sua Direção e com o seu organismo certificador. Os PDF estão em espanhol.

PDF

Serviço A · Transição

Brochure do serviço de 26 semanas: fases, marcos e dedicação.

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PDF · 2,4 MB · em espanhol

PDF

Serviço B · Certificação

Brochure do serviço de 52 semanas: desenho, implementação e auditorias.

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PDF · 2,4 MB · em espanhol

PDF

Diagnóstico inicial

Resumo de uma página do primeiro passo com o Ing. Freddy Brun.

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PDF · 0,5 MB · em espanhol

PDF

BP-CAP-9001-26

Material de capacitação: o que mudou na ISO 9001:2026.

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PDF · 2,3 MB · em espanhol

PDF

Consultores associados

Brochure do programa para consultores e auditores.

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PDF · 2,7 MB · em espanhol

O PRÓXIMO PASSO

Comece com um diagnóstico inicial com o Ing. Freddy Brun.

São dois passos. Primeiro, uma conversa de apresentação de 1 hora com o Ing. Freddy Brun, remota e sem custo, em que ele apresenta como trabalhamos no serviço que convém. Depois, o diagnóstico: você preenche uma lista de verificação, nos envia as informações documentadas que pedimos e recebe um Relatório de diagnóstico com Pontos fortes e Oportunidades de melhoria, útil mesmo que você não contrate.

Você também pode escrever para asistentebp73@gmail.com ou pelo WhatsApp +54 9 341 555-7944.

No formulário de contato já fica escolhido «ISO 9001:2026 · Diagnóstico inicial». Ao confirmar a data da conversa enviamos a lista de verificação do diagnóstico, com a relação das informações documentadas a enviar; o que você não souber, anote como «Não sei».

Diagnóstico inicial com o Ing. Freddy Brun